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terça-feira, 25 de setembro de 2012

LOS NOMBRES DE AMÉRICA


Por que América? Por que Latina? Por que Caribe? A história dos nomes no continente.




País:ArgentinaDuração:00:46:30Diretor:Juan Cruz SáenzSinopse
Percorrendo diversos países do continente, a série Explora. América Latina oferece um panorama da realidade sociopolítica latino-americana. Sociedades, culturas, história, personalidades e tradições configuram a agenda dos grandes temas de nosso continente.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Pluralidade Cultural - Índios no Brasil - Uma outra história 1/2

Enviado por  em 14/11/2009

Pernambuco TV - TV Escola_ Pluralidade Cultural _Índios no Brasil:
- Quem são eles?
- Nossas línguas
- Boa viagem, Ibantu
- Quando Deus visita a aldeia
- Uma outra história
- Primeiros contatos
- Nossas terras
- Do outro lado do céu
- Nossos direitos

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PERU_ IMPÉRIO INCA: "EL CUARTO DEL RESCATE"

"Poderia ter aparecido no imaginário espanhol (e ocidental) o poderoso mito de El Dorado sem  a existência real (material, tangível e mensurável)  do fabuloso tesouro do “Cuarto de Resgate”  e  de Ouro dos Incas?"

ZEVALLOS, Enrique Amayo; Oro del Peru: del Cuarto del Rescate ao Mito del El Dorado
In: Viagem à América Indígena: do eldorado à cidade contemporânea
(livro disponível em nossa Biblioteca)



ZEVALLOS, Enrique Amayo; Oro del Peru: del Cuarto del Rescate ao Mito del El Dorado
In: Viagem à América Indígena: do eldorado à cidade contemporânea
(livro disponível em nossa Biblioteca)


Para obter sua liberdade, o Inca Atahualpa se comprometeu a entregar un quarto de ouro e duas vezes de prata e pedras preciosas até donde alcançava sua mão na grande sala (quarto) onde estava preso. Em uma das maiores traições da história Universal Pizarro decidiu manter Atahualpa  preso e ficar com o resgate. 






Descripción poética y épica del sangriento encuentro de dos culturas: la ibérica y la incaica, en la plaza
de Cajamarca.
Jorge Pereyra Terrones


CUARTO DEL RESCATE


En nuestra historia,
Podría ser la sangrienta crónica roja
De un robo descarado 
Y un asesinato vil.

En Cajamarca nació el Perú
Salpicado por un enorme vómito de sangre 
Cuando las dos culturas chocaron 
Hasta volverse una.

Aquí empezó todo
Y fue el ámbito donde la codicia
Enseñó su diente más negro.

Este holocausto andino
Explica ahora 
Por qué los peruanos nos matamos entre sí 
Sonriendo como Caín.

Después de la matanza,
Atahualpa, 
Recién bañadito y perfumado,
Se vio preso y secuestrado en una habitación
De piedra.

La ambición ponía chispas
En los ojos de los taimados peninsulares,
Por eso el soberano
Alzó su mano
Y ofreció a los genocidas
Un cuarto de oro y dos de plata
A cambio de su libertad.

Y al hacerlo
Su mano se desplomó
Y también el imperio que con tanto amor
Fundara Manco Cápac.

Fue el rescate más caro de la historia
Pero los cronistas indican que no causó fluctuaciones
En la Bolsa.

Era una bóveda de piedra,
No tan segura como Fort Knox,
Y allí se guardaron por casi nueve meses
Los preciosos metales llegados a lomo de llama
Desde Cusco, Quito y Huamachuco.

El Inca extrañaba a sus mujeres
Y mataba su tedio
Jugando ajedrez
Sin sospechar que el alfil y el caballo
Ya le habían dado jaque mate.

Los españoles 
Temían que Atahualpa azuzara a los vientos,
Al puma y al cóndor,
A las espumas del mar,
Y lo condenaron por hereje, terrorista y polígamo
A la pena del garrote.

Consumado el magnicidio 
El cerro Shicuana 
Bramó toda una noche de dolor e impotencia.

En esa época,
No está demás decirlo,
No existían los derechos humanos
Ni la Corte de San José.

Sudando la gota gorda,
Treinta días les tomó a los godos
Fundir el oro.

Así fue cómo Atahualpa,
El guerrero radiante,
Se apagó para siempre.

Y por una extraña mutación geométrica
El cuadrado español
Remplazó entonces a la incaica plaza triangular.

Una carcomida cárcel de piedra 
Es lo único que queda ahora en Cajamarca
De toda esa ciudad inca.

Muchos siglos después
Bolívar juró vengar su sangre
Y romper las cadenas del fantasma de Atahualpa
Que aún vaga por allí.

Pero fueron los piratas ingleses
Quienes lo vengaron
Apoderándose en alta mar
De parte del inmenso botín cajamarquino.

Ladrón que roba a ladrón
Tiene cien años de perdón 
Y el eterno agradecimiento de la Corona.

La riqueza de Cajamarca
Financió la revolución industrial inglesa
Y pudo ser el Plan Marshall
Que el Perú necesitaba.

Pero ahora, 
Yanacocha,
Es la que se lleva nuestro oro
Sin ponernos una pistola en la cabeza.

Mientras, a lo lejos,
Wall Street, complacido, 
Se frota las manos.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A FANTÁSTICA HISTÓRIA DO CHOCOLATE

Ilustração do povo maia onde se vê um pote de chocolate
Imagens como esta demonstram a importância que o chocolate tinha para o povo maia
(Imagem: Wikimedia Commons)

Sabe aquele chocolate docinho, gostoso, que derrete na boca? Ou aquele copo de chocolate com leite quentinho, perfeito para os dias frios? Delícia!
Como ando exilada em terras geladas, passo os dias me entupindo de chocolate. Outro dia comi uma barra tão boa que não pude deixar de pensar que a pessoa que teve a ideia de adoçar o chocolate devia ter ganhado o “prêmio Nobel de gastronomia”.
Até cerca de 500 anos atrás, o sabor do chocolate era horrível – uma bebida amarga e muito condimentada, misturada com vários ingredientes mais amargos ainda do que o cacau. Naquela época, o chocolate já gozava de mais de 2 mil anos de popularidade na América Central, entre os povos maias, que plantavam cacau em seus quintais e o usavam para tudo, de moeda a oferenda religiosa.
Mesmo amargo, o chocolate era considerado pelos maias uma bebida dos deuses, oferecida a eles em cerimônias especiais. Como os reis também não queriam ficar para trás, bebiam chocolate em vasilhas feitas especialmente para eles, com desenhos de… reis tomando chocolate!
Como o cacau só podia ser plantado em áreas úmidas e quentes, os maias começaram a vender as sementes aos povos que viviam em regiões mais secas e frias. Assim, o chocolate foi se espalhando por várias regiões das Américas, chegando até ao México.
O fruto se tornou tão valioso que, quando os astecas conquistaram a Mesoamérica – região que inclui a parte superior da América Central e o sul do México –, exigiam que os povos por eles dominados pagassem impostos com sementes de cacau. Quando os espanhóis chegaram às Américas, no início do século 16, procuraram ouro e pedras preciosas na capital asteca, mas o que encontraram? Armazéns e mais armazéns de sementes de cacau.
Talvez os espanhóis tenham ficado meio decepcionados com a descoberta: eles não sabiam o que fazer com uma bebida que até então só se tomava com pimenta – urgh, já imaginou? Mas a verdade é que eles estavam levando para casa um grande tesouro.

E foi assim que alguém na Espanha teve a brilhante ideia de substituir a pimenta pelo açúcar, que, na época, começava a ser produzido em grande quantidade. O gosto ficou tão bom, mas tão bom, que por mais de cem anos os espanhóis guardaram segredo sobre a descoberta. Até que tiveram ideia melhor: começaram a vender, por preços altíssimos, chocolate doce no resto da Europa.
De lá para cá, nem preciso dizer que a moda pegou, não é? Chocolate passou a ser usado como bebida, como comida, como remédio. Há até quem diga que chocolate vicia. Eu não acredito. Mas, falando nisso, cadê aquele chocolate que estava aqui agorinha mesmo? Era só a terceira barra do dia

Keila Grinberg, Departamento de História, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

"QUE FIM DOS MAIAS QUE NADA!"
Essa civilização milenar ainda está presente no México e na América Central

2012, O FIM?
Arqueólogos descobrem antigos cálculos usados pelos maias para criar calendários 

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Há quase sete mil anos, o homem já se deliciava com esse petisco

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Macchu Pichu: saiba mais sobre o povo inca, que construiu essa cidade incrível

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Saiba como os maias conseguiam armazenar milhões de litros de água mesmo em períodos de seca